Ainda que não as veja
Estrelas...
Que de mim estão distantes.
Ouço as estrelas
Aguço minha essência para compreendê-las
Estrelas...
Que gritam sussurrantes
Em noite cálida inebriante.
Ouço as estrelas
Ainda que não mais existam
Estrelas...
Que faiscantes salpicam em mim
Gotas de prata com aroma de jasmim.
Ouço as estrelas
Que tola acreditei
Ser delas o lume do qual me encantei
Estrelas...
Corpos celestes
Almas etéreas das vidas que penei.
Ouço as estrelas
E o fulgor que delas emana ao luar
Estrelas...
A quem declarei na insensatez da noite
Deixar de escutar.
Val/2009
0.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário